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Notícias |
A Editora 34 lamenta profundamente o falecimento do poeta e tradutor Leonardo Fróes (1941-2025) |
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Editora 34 vence 3 categorias do Prêmio Literário da Fundação Biblioteca Nacional 2025 |
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FNLIJ divulga lista de livros Altamente Recomendáveis 2025 |
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A Editora 34 está na semifinal do Prêmio Jabuti 2025 nas categorias Conto, Romance Literário e Artes. Guerra – 1, de Beatriz Bracher, também está na final do Prêmio São Paulo de Literatura 2025. |
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André Malta está na final do Prêmio Jabuti Acadêmico pela tradução de Ética a Nicômaco, de Aristóteles. A cerimônia de premiação será na terça-feira (5/8). |
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Nossa autora Ana Cristina Braga Martes é uma das finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura 2024 na categoria Melhor Romance |
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Guilherme Gontijo Flores vence o Prêmio de Tradução da Embaixada da França no Brasil |
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João Mostazo, de "Coisa de mamíferos" é semifinalista do Prêmio Oceanos 2024 na categoria Poesia. |
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A Editora 34 está na final do Prêmio Jabuti Acadêmico, na categoria Artes. O livro indicado é "A sociedade do artista: ativismo, morte e memória", de Stéphane Huchet. |
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Bíblia: as histórias fundadoras ganhou o prêmio de melhor tradução/adaptação/reconto da FNLIJ em 2023 |
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Sobre aquilo em que eu mais penso, de Anne Carson, foi eleito o melhor livro de crítica literária de 2023 pela revista Quatro Cinco Um. |
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Foram registradas em áudio as mesas-redondas da série Encontros de Literatura Russa, realizada pela Editora 34 e o Centro Universitário Maria Antonia no final de 2012. Esses registros estão disponíveis aqui.
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| Reedições |
| Pável Floriênski, A perspectiva inversa |
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| Aristófanes, Lisístrata ou A greve do sexo |
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| Hilda Machado, Nuvens |
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| Isaac Bábel, No campo da honra e outros contos |
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| Marcus Vinicius Mazzari, Labirintos da aprendizagem |
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| Zuza Homem de Mello, Música nas veias |
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| Maksim Górki, Meu companheiro de estrada e outros contos |
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| Jacques Rancière, Políticas da escrita |
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| José Almino, O motor da luz |
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| Franz Kafka, O desaparecido ou Amerika |
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| Henrique Cazes, Choro |
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| Aracy A. Amaral, Blaise Cendrars no Brasil e os modernistas |
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| Dominique Dreyfus, O violão vadio de Baden Powell |
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| Pierre Clastres, Crônica dos índios Guayaki |
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| Erich Auerbach, Ensaios de literatura ocidental |
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| Bertolt Brecht, Histórias do sr. Keuner |
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 Editora 34 na internet |
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Águas de março
Sobre a canção de Tom Jobim
Ensaios de Augusto Massi, Arthur Nestrovski e Walter Garcia
Depoimentos de Tom Jobim
Fotografias de Ana Lontra Jobim
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“O samba mais bonito do mundo”, segundo Chico Buarque, “Águas de março”, a canção de Tom Jobim composta em 1972, é a obra-prima desse compositor que fez a música popular brasileira ser admirada no mundo inteiro. Todos conhecem seu início, “É pau, é pedra, é o fim do caminho...”, mas qual o seu segredo? Os três ensaios aqui reunidos buscam desvendar a conjunção de elementos que a tornam tão fascinante: elementos musicais, poéticos, que remetem à biografia de Tom e às fontes de nossa cultura em que bebeu. Assinados por Augusto Massi, Arthur Nestrovski e Walter Garcia, os textos formam uma sequência que vai adensando passo a passo nosso entendimento da canção. Completam o volume uma reconstituição da gravação original da música, dois depoimentos de Tom Jobim, imagens de Poço Fundo (o lugar onde “Águas de março” nasceu) pelas lentes de Ana Lontra Jobim, além de fotos e impressos de época. |
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Publicado em 1965, o cultuado romance O astrágalo, de Albertine Sarrazin (1937-1967), autora nascida em Argel e educada em reformatórios na França, conta a história da jovem delinquente Anne. Ao fugir de uma penitenciária, ela fratura o osso do calcanhar que dá nome ao livro e conhece o ex-presidiário Julien, seu grande amor. Autobiográfico até a medula, e escrito quando a autora estava cumprindo pena por roubar uma garrafa de uísque, O astrágalo retrata uma vida na fronteira entre o submundo e a efervescência boêmia de Paris nos anos 1960, lembrando o Acossado de Godard. Tida como “alma gêmea de Jean Genet”, Albertine Sarrazin foi elogiada por Simone de Beauvoir e influenciou toda uma geração de escritoras com este livro, como Patti Smith, que assina o emocionado prefácio ao volume. Uma frase de Albertine, dita ao juiz em uma de suas condenações, exprime bem a força de sua literatura: “Não tenho nenhum remorso. Quando tiver, eu aviso”. |
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Irmãos migrantes é um manifesto político-poético contra a barbárie contemporânea das migrações forçadas. Em dezoito capítulos breves, Patrick Chamoiseau, um dos grandes nomes da literatura francesa e caribenha, ergue sua voz contra a violência que marca uma das maiores crises humanitárias do presente. Com escrita de intervenção e inventividade poética, articula urgência ética e criação de linguagem para propor novos imaginários. À brutalidade das fronteiras e ao fechamento dos Estados-nação, opõe a mundialidade de Édouard Glissant como alternativa à globalização do consumo. Inspirado em Pasolini, vê nos vagalumes lampejos de esperança que anunciam futuros possíveis. Nascido na Martinica, em 1953, Chamoiseau é autor vasta obra incluindo romances, ensaios e contos; esta edição conta com tradução de Prisca Agustoni, posfácio de Vanessa Massoni da Rocha e texto de orelha de Tiganá Santana. |
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Semifinalista do Prêmio Oceanos em 2023, e publicado também na Grécia e na Itália, Adriano, da poeta portuguesa Tatiana Faia, estudiosa da Antiguidade clássica radicada em Oxford, Inglaterra, e autora convidada do Festival Poesia no Centro 2026, chega ao Brasil no catálogo da Editora 34. Combinando lirismo e reflexão, memória e relato, os quatro poemas de fôlego que formam Adriano operam à maneira das camadas de uma escavação arqueológica, na qual a história se descobre atravessada pelas ruas, os lugares e os afetos do presente. O resultado é um livro belo e intenso, no qual os leitores têm a possibilidade — sempre aberta à poesia — de se reconhecerem contemporâneos de vozes que soaram décadas ou milênios atrás. |
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Publicado na Argentina em 2024, o primeiro livro de Julieta Correa nasce na convergência entre memória e romance, fato médico e ficção literária, perda e presença, luto e humor, entre os diários da mãe e as anotações da filha. A mãe é Sari, mulher de espírito e de letras, às voltas com uma moléstia sem nome que vai fazendo tabula rasa de suas faculdades, sua verve e sua voz. A filha é a autora de Por que são tão lindos os cavalos?, às voltas com o emprego, a pandemia, o confinamento e, cada vez mais, os sintomas, as consultas, os lapsos e os silêncios de Sari. Aos poucos, vai se impondo à autora a suspeita de que a doença tanto apaga como revela. Revela o teor humano de quem padece e, no caso de Sari, traz à luz a suspeita tantas vezes registrada em seus diários quanto ao caráter efêmero e fugidio da experiência humana, na raiz de sua tragédia e de sua beleza. |
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“Eu sou só eu e somos outros/ e nossa memória anda sempre pra frente/ como uma bicicleta curiosa”, diz um dos poemas de Vida sortida, segundo livro de Bernardo Ceccantini, que estreou na poesia com Na quina das paredes (2017), obra semifinalista do Prêmio Oceanos. É essa curiosidade errante, turbinada por um lirismo ao mesmo tempo sagaz e zombeteiro, a responsável pelos grandes achados poéticos deste livro no qual os tempos cronológicos se misturam e, como observou a crítica Viviana Bosi, “as cenas cotidianas comparecem envolvidas por novo colorido, como se a poesia projetasse um holograma sobre a realidade”. |
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Dando continuidade à publicação do Teatro completo de Eurípides em edições bilíngues, com traduções e estudos de Jaa Torrano, professor titular de Língua e Literatura Grega da USP, este volume V reúne três peças do grande autor trágico: Helena, As Fenícias e Orestes. Helena, que abre este volume, inverte singularmente as perspectivas da tradição: aqui não é a Helena que deu origem à Guerra de Troia, mas um duplo seu, que permaneceu no Egito e ali reencontra o amado Menelau. Em As Fenícias (personagens que formam o coro da tragédia), o pacto entre Etéocles e Polinices, filhos de Édipo e Jocasta, pela alternância no poder em Tebas, cai por terra e leva a funestas consequências. Já Orestes põe em cena outro par de irmãos, Electra e o próprio Orestes, este perseguido pela loucura após ter assassinado a mãe e o padrasto em vingança pela morte do pai, Agamêmnon. |
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Partindo da obra de autores como Machado de Assis, Drummond, Saramago, Cortázar, Kafka e Maupassant, os breves contos de Recapitulações atualizam narrativas conhecidas e propõem novos desfechos para histórias consagradas. A premiada escritora Maria Valéria Rezende brinca aqui com a ideia de “originalidade”, e faz da sua prosa território de contínuo diálogo com outras literaturas. Com o despojamento de uma autora madura, aventura-se a habitar poéticas alheias, revelando aos leitores, ao longo destas doze “estórias”, muito dos bastidores do ofício de escritor. Com criatividade e humor, este livro formidável nos mostra, nas palavras de Maria José Silveira, “que livros amados e autores admirados não são monstros sagrados. Ao contrário. Eles abrem as portas da imaginação, convidando quem os lê a entrar e se aventurar por suas entrelinhas”. |
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A vida do garoto Juma e de seus companheiros de rua em Dar es Salaam, na Tanzânia, não é muito diferente da vida das crianças brasileiras. Nasrin Siege, autora que que trabalhou no continente africano por mais de uma década, conseguiu a proeza de escrever um livro sensível e verdadeiro sobre a dura realidade das ruas, vista pelos olhos de um menino de dez anos. Juma é uma obra comovente, aqui acompanhada pelas criativas ilustrações de Greta Comolatti e por um precioso ensaio da psicóloga e professora Cristina Vicentin. |
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Crítico de arte inglês conhecido por um sem-número de ensaios e livros como Modos de ver (1972), John Berger (1926-2017) dedicou-se com igual brilhantismo à ficção — seu romance G. mereceu o Booker Prize de 1972. O toldo vermelho de Bolonha, publicado em 2007, faz parte da sequência de livros breves e inclassificáveis que publicou nos últimos anos de vida. Nesta obra luminosa, o autor passeia entre um subúrbio londrino e as arcadas de Bolonha, entre o relato de viagem e o retrato falado de seu tio Edgar — personagem marcante em sua formação, que o ensinou a fugir dos lugares-comuns —, enquanto se permite toda sorte de digressões sobre receitas locais, tecidos de linho, estátuas em terracota, variedades de café ou ainda sobre os vínculos secretos e libertadores entre os grandes sofrimentos e os pequenos prazeres. |
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