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Irmãos migrantes

Patrick Chamoiseau

Tradução de Prisca Agustoni
Posfácio de Vanessa Massoni da Rocha
 

Irmãos migrantes é um manifesto político-poético contra a barbárie contemporânea das migrações forçadas. Em dezoito capítulos breves, Patrick Chamoiseau, um dos grandes nomes da literatura francesa e caribenha, ergue sua voz contra a violência que marca uma das maiores crises humanitárias do presente. Com escrita de intervenção e inventividade poética, articula urgência ética e criação de linguagem para propor novos imaginários. À brutalidade das fronteiras e ao fechamento dos Estados-nação, opõe a mundialidade de Édouard Glissant como alternativa à globalização do consumo. Inspirado em Pasolini, vê nos vagalumes lampejos de esperança que anunciam futuros possíveis. Nascido na Martinica, em 1953, Chamoiseau é autor de vasta obra incluindo romances, ensaios e contos; esta edição conta com tradução de Prisca Agustoni, posfácio de Vanessa Massoni da Rocha e texto de orelha de Tiganá Santana.

no prelo
R$ 64,00
 
Teatro completo V
Helena, As Fenícias, Orestes

Eurípides

Tradução de Jaa Torrano
Edição bilíngue
 

Dando continuidade à publicação do Teatro completo de Eurípides em edições bilíngues, com traduções e estudos de Jaa Torrano, professor titular de Língua e Literatura Grega da USP, este volume V reúne três peças do grande autor trágico: Helena, As Fenícias e Orestes. Helena, que abre este volume, inverte singularmente as perspectivas da tradição: aqui não é a Helena que deu origem à Guerra de Troia, mas um duplo seu, que permaneceu no Egito e ali reencontra o amado Menelau. Em As Fenícias (personagens que formam o coro da tragédia), o pacto entre Etéocles e Polinices, filhos de Édipo e Jocasta, pela alternância no poder em Tebas, cai por terra e leva a funestas consequências. Já Orestes põe em cena outro par de irmãos, Electra e o próprio Orestes, este perseguido pela loucura após ter assassinado a mãe e o padrasto em vingança pela morte do pai, Agamêmnon.

R$ 124,00

 
A obra de François Rabelais e a cultura popular na Idade Média e no Renascimento

Mikhail Bakhtin

Ensaio introdutório de Sheila Grillo
 

Pela primeira vez no Brasil em tradução direta do russo, A obra de François Rabelais e a cultura popular na Idade Média e no Renascimento é considerada a magnum opus de Mikhail Bakhtin (1895-1975), em que ele mobiliza os conceitos desenvolvidos por seu círculo nos anos 1920 e 1930 para chegar a uma compreensão magistral sobre as relações entre linguagem e sociedade. Ao analisar a cultura popular, não oficial, cuja expressão-chave são os romances de Rabelais e a utopia libertária do carnaval — que subverte hierarquias, desconstrói certezas e abre alas para um novo tempo social —, Bakhtin revolucionou os estudos da língua e da literatura. A introdução de Sheila Grillo, tradutora da obra com Ekaterina Vólkova Américo, analisa o percurso do texto, desde os anos 1930 até a década de 1960, detendo-se no doutorado de 1946, e reproduz páginas inéditas de Bakhtin sobre Gógol, excluídas da tese a mando das autoridades soviéticas.

R$ 142,00

     
Os monstros não tomam milk-shake de morango

Marie-Hélène Versini
Vincent Boudgourd

Tradução de Clarissa Bongiovanni
 

Os monstros não tomam milk-shake de morango, não vão ao cabeleireiro, nem usam sapatos... E você sabe por quê? Neste divertido livro infanto-juvenil da dupla francesa Marie-Hélène Versini e Vincent Boudgourd, já lançado em mais de dez países, vamos descobrir que todos os monstros, por mais variados que sejam, têm uma característica em comum...

R$ 59,00
 
Para amanhã e bem depois

Germano Zullo
Albertine

Tradução de Raquel Camargo
 

Estamos sempre fazendo alguma coisa. Para hoje ou para o futuro. Pensando, criando, construindo. Sozinhos ou com nossos amigos. Para nós mesmos e para todo mundo. Vamos começar? Germano Zullo e Albertine, vencedora do Prêmio Hans Christian Andersen de Ilustração, criaram neste livro uma bela parábola sobre a aventura do pensamento e sobre como nem sempre sabemos aonde vamos chegar quando iniciamos uma jornada.

R$ 69,00

 
Zoo, ou Cartas não de amor

Viktor Chklóvski

Tradução de Vadim Nikitin
Introdução de Richard Sheldon
Texto em apêndice de Letícia Mei
 

Exilado em Berlim nos anos 1920 junto com muitos outros artistas e escritores russos, Viktor Chklóvski (1893-1984), um dos principais teóricos do Formalismo Russo, apaixonou-se pela jovem escritora Elsa Triolet e passou a lhe enviar cartas diariamente. Ela aceitou as cartas, impondo uma única condição: que elas não falassem de amor. Zoo, ou Cartas não de amor (1923) é o genial romance epistolar resultante dessa correspondência. Num verdadeiro surto criativo, Chklóvski recorre aos mais variados assuntos e formas literárias para lidar com a proibição, mas, não obstante, a paixão reprimida se insinua a todo momento por entre as linhas desta prosa ágil, divertida e emocionada. Inédito no Brasil, Zoo traz a criteriosa tradução de Vadim Nikitin, que se baseou na última edição revista pelo autor, de 1966, e inclui uma introdução do crítico e tradutor Richard Sheldon e um perfil biográfico de Elsa Triolet.

R$ 73,00

     
Brás, Bexiga e Barra Funda

António de Alcântara Machado
Organização de Antoine Chareyre

Edição fac-similar
Segundo caderno, notas, fortuna crítica, bibliografia e posfácio por Antoine Chareyre com a colaboração de Augusto Massi
 

António de Alcântara Machado (1901-1935) teve uma passagem fulgurante pelo meio intelectual brasileiro. Foi escritor, jornalista e fundador dos periódicos Terra Roxa, Revista de Antropofagia e Revista Nova, além de autor de três livros que são marcos do nosso modernismo: Pathé-Baby (1926), Brás, Bexiga e Barra Funda (1927) e Laranja da China (1928). Brás, Bexiga e Barra Funda, cujo título remete a três bairros operários da capital paulista, com forte presença de imigrantes italianos, traz onze contos escritos em uma linguagem veloz e precisa. A presente edição, fac-similar, foi organizada pelo editor e crítico francês Antoine Chareyre, também autor do posfácio. O volume inclui notas explicativas aos contos, cinco textos adicionais de Alcântara Machado, bibliografia e uma fortuna crítica que apresenta um verdadeiro achado do organizador: uma resenha de Carlos Drummond de Andrade, inédita em livro, de 1927.

R$ 86,00
 
Republicanas: Atenas, Roma, Florença e a atualidade do republicanismo

Sérgio Cardoso

Colaboração de Felipe Faria Camargo
 

Em Republicanas: Atenas, Roma, Florença e a atualidade do republicanismo, Sérgio Cardoso, professor sênior do Departamento de Filosofia da USP, apresenta de forma clara e sintética a história dos conceitos de “república” e “democracia”, elucidando o ideário que os cerca. Do entendimento distinto de Platão e Aristóteles, passando pelas contribuições originais de Políbio e de Cícero em Roma, detendo-se no Renascimento — particularmente em Maquiavel, de cuja obra o autor é um de nossos mais finos intérpretes — e abrindo-se para a Modernidade, Republicanas desemboca, em seus capítulos finais, no debate fundamental acerca dos sentidos da república e da democracia na atualidade e seu potencial libertário, sem deixar de interrogar um velho conhecido das arenas latino-americanas, o populismo, que hoje ressurge em escala mundial.

R$ 94,00

 
O contador, a noite e o balaio

Patrick Chamoiseau

Posfácio de Michel Mingote
 

Subvertendo as fronteiras entre ensaio e literatura, Patrick Chamoiseau reflete em O contador, a noite e o balaio sobre a escrita, a fala e o gesto criador. Inspirado na “oralitura”, conceito central da poética antilhana, volta-se ao velho negro escravizado das Antilhas do século XVII que, à noite, transforma-se em “mestre da palavra”: o contador crioulo, origem simbólica da literatura antilhana. Sua palavra inaugura uma forma de resistência simbólica à colonização e um sistema de forças que se opõe à violência das plantações. Traduzido por Henrique Provinzano Amaral, com posfácio de Michel Mingote, o ensaio amplia o diálogo entre literatura, dança, música e artes visuais, evocando Aimé Césaire e Édouard Glissant. Nascido na Martinica em 1953, vencedor do Prêmio Goncourt com Texaco, Chamoiseau é uma das vozes mais expressivas da literatura caribenha.

R$ 78,00

     
Elogio da mão

Henri Focillon

Tradução de Samuel Titan Jr.
 

O Elogio da mão, de Henri Focillon (1881-1943), é um dos grandes ensaios de reflexão estética e antropológica que o século XX produziu. Publicado em 1939 como apêndice ao livro Vida das formas, sua ousadia não se limita ao brilho da prosa do historiador francês e faz pensar em autores como Warburg, Benjamin e Merleau-Ponty. Ao destronar o olhar da posição de eminência que sempre foi sua no campo da estética, Focillon afirma o primado da mão ativa e criadora no nosso trato com o mundo, pois, para ele, o artista é um “homem antigo”, que em plena era mecânica reencena com suas mãos a descoberta das coisas. A edição conta com mais de trinta reproduções coloridas das obras de arte analisadas pelo autor e um apêndice com as Ilustrações detalhadas dos grandes desenhos de Hokusai, de 1817 — artista-chave, junto com Rembrandt, para o argumento de Elogio da mão.

R$ 75,00
 
Fazer círculos com mãos de ave

Ana Estaregui

 

Em Fazer círculos com mãos de ave, Ana Estaregui aprofunda sua pesquisa sobre as interações entre natureza e cultura, humano e mais-que-humano, numa escrita não circunscrita a um eu único. Essa poética nasce de uma visão de mundo e de linguagem menos antropocêntrica e mais próxima das perspectivas indígenas. Outra ideia forte do livro é a de que “são os poemas que procuram as pessoas/ e não o contrário”. É como se, ao expandir as fronteiras da linguagem e da consciência, a poeta pudesse ouvir a voz da natureza: “tenho um pássaro no lugar do coração/ carrego sementes e palha na boca/ ensino espaço/ em troca ele me devolve/ um brevíssimo canto/ regulo o meu ouvido para que ouça”.

R$ 65,00

 
     
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