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O engenhoso cavaleiro D. Quixote de La Mancha
Segundo livro
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Miguel de Cervantes Saavedra
Edição bilíngue
Apresentação de Maria Augusta da Costa Vieira
853 p. - 16 x 23 cm
ISBN 978-85-7326-392-3
2007
- 1ª edição; 2012 -3ª edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Publicada em 1615, uma década depois do primeiro livro e menos de um ano antes da morte de Cervantes, esta segunda parte do D. Quixote, muito mais do que uma simples continuação da primeira, representa o aprofundamento e a realização plena da obra máxima do escritor espanhol.
Se o primeiro livro imortalizou as loucuras do cavaleiro e as graças de seu fiel escudeiro, este segundo volume elevou a obra a um nível poucas vezes alcançado nos quatro séculos decorridos desde sua criação. Subvertendo aspectos fundamentais da criação artística — a começar pelas noções de autor e narrador — com uma liberdade e capacidade de invenção espantosas, Cervantes produziu um marco que redefiniria toda a literatura ocidental posterior, influenciando escritores como Laurence Sterne, Gustave Flaubert, Franz Kafka, James Joyce, William Faulkner e, para ficar só com um brasileiro, Machado de Assis.
Além da rigorosa tradução e das notas de Sérgio Molina, este segundo volume, publicado com o apoio do Ministério da Cultura da Espanha, inclui o texto original em castelhano, as gravuras de Gustave Doré e apresentação de Maria Augusta da Costa Vieira, uma das principais cervantistas brasileiras.
Sobre o tradutor
Nascido em Buenos Aires em 1964, Sérgio Molina mudou-se para o Brasil aos dez anos de idade. Começou a traduzir do espanhol em 1986 e verteu para o português mais de meia centena livros, de autores como Alejo Carpentier, Jorge Luis Borges, Ricardo Piglia e Mario Vargas Llosa. Sua tradução para a primeira parte de D. Quixote foi premiada na 46º edição do Prêmio Jabuti (2004).
Sobre o ilustrador
Pintor, gravador e desenhista francês, Gustave Doré (1833-1883)foi um dos artistas mais conhecidos do século XIX, tendo criado ilustrações para os clássicos de Dante, Ariosto, Rabelais, Milton e La Fontaine que acabaram ligando-se de modo indissolúvel a essas obras.
Veja também
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