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Notícias |
José Eli da Veiga, autor de A desgovernança mundial da sustentabilidade recebe Marina Silva, Rubens Ricupero e Celso Lafer para debate em São Paulo |
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Pedro de Niemeyer Cesarino autografa Quando a Terra deixou de falar, dia 7 de maio, no Sabiá |
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Noemi Jaffe autografa O que os cegos estão sonhando?, dia 21/3, no Rio de Janeiro |
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O Livro do Travesseiro, a principal obra da literatura clássica japonesa, será lançado dia 23/3, em São Paulo |
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Ciclo de palestras investiga o romance de formação |
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Gabi Mariano e Flávio Castellan autografam Melhor amigo, dia 2/3 |
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A Editora 34 lança A perspectiva inversa, de Pável Floriênski, no Museu Lasar Segall |
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Dominique Dreyfus autografa Vida do viajante: a saga de Luiz Gonzaga dia 15/12. |
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Dia 11 de dezembro, Paulo Bezerra e Darel Valença Lins autografam Dois sonhos e A aldeia de Stepántchikovo e seus habitantes, de Dostoiévski |
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Noemi Jaffe autografa O que os cegos estão sonhando?, dia 13/11. |
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O livro Le sermon sur la chute de Rome, de Jérôme Ferrari, cujos direitos foram adquiridos pela Editora 34 em Frankfurt, é vencedor do Prêmio Goncourt. |
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| Indicações de leitura |
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“O Inferno de Strindberg não é um livro, não é vivido pelo leitor como um livro, mas sim como uma experiência.”
Pier Paolo Pasolini
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| Reedições |
| Fiódor Dostoiévski, Memórias do subsolo |
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| Fiódor Dostoiévski, Niétotchka Niezvânova |
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| Fiódor Dostoiévski, Duas narrativas fantásticas |
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| Evaldo Cabral de Mello, fronda dos mazombos, A |
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| Johann Wolfgang von Goethe, Fausto I |
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| Fiódor Dostoiévski, Noites brancas |
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| Frances Hodgson Burnett, jardim secreto, O |
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| Karel Capek, Histórias apócrifas |
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| Erich Auerbach, Ensaios de literatura ocidental |
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| José Ramos Tinhorão, sons dos negros no Brasil, Os |
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| Michèle Petit, jovens e a leitura, Os |
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| Fiódor Dostoiévski, Gente pobre |
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| Jacques Rancière, inconsciente estético, O |
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| Molière, doente imaginário, O |
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| Nikolai Gógol, capote e outras histórias, O |
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| Miguel de Cervantes Saavedra, Dom Quixote II (edição de bolso) |
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| Walter Benjamin, Escritos sobre mito e linguagem |
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| Fiódor Dostoiévski, duplo, O |
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Conheça os novos lançamentos da nossa coleção infantil e juvenil: O dedo mágico, de Roald Dahl e Quentin Blake; Um dia, um cão, de Gabrielle Vincent; Os pássaros, de Germano Zullo e Albertine; e Melhor amigo, de Gabi Mariano e Flávio Castellan. |
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Dois meses após retornar de um exílio de quase dez anos na Sibéria, Fiódor Dostoiévski publicou, em 1859, A aldeia de Stepántchikovo e seus habitantes, um de seus mais singulares romances. Nele, o autor expõe uma faceta pouco conhecida sua: a do humorista. Por meio de situações cômicas e absurdas, Dostoiévski deu vida a um dos personagens mais famosos da literatura russa: Fomá Fomitch Opískin, o bufão alçado à condição de tirano que se tornaria símbolo de hipocrisia e parasitismo. |
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Dois sonhos de Dostoiévski reunidos em um único volume. Em O sonho do titio (1859), a trama se passa na cidadezinha imaginária de Mordássov, onde a chegada de um velho príncipe acaba provocando o desmascaramento da hipócrita sociedade local. Já Sonhos de Petersburgo em verso e prosa (1861) combina os registros da prosa e da poesia para construir uma visão ao mesmo tempo crítica, cômica e fantástica da cidade de São Petersburgo.
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Escrito no século X em Quioto por Sei Shônagon, dama da corte da Imperatriz Teishi, O Livro do Travesseiro é a principal obra da literatura clássica japonesa. Composto por mais de trezentos textos curtos - que podem ser lidos em sequência ou com a liberdade do acaso -, o livro compõe um verdadeiro inventário da cultura do Japão feudal, vista pelo olhar poético de uma grande escritora. A presente tradução foi realizada durante mais de dez anos por uma equipe de professoras do Centro de Estudos Japoneses da USP. |
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Mais do que uma resposta de Dostoiévski aos críticos de seu romance Os demônios (1871), o conto Bobók, publicado no Diário de um escritor em 1873, é considerado por Mikhail Bakhtin "um microcosmo de toda a sua obra", pois concentra, no tempo brevíssimo de um "diálogo de mortos" num cemitério, os procedimentos fundamentais de sua literatura. Além da análise de Bakhtin, o volume inclui posfácio do tradutor Paulo Bezerra e oito desenhos de Oswaldo Goeldi. |
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Publicado em 1856, Rúdin, romance de estreia de Turgêniev, foi prontamente aclamado pela crítica. O autor retrata aqui o "homem supérfluo", motivo central da literatura russa de então, lançando um olhar simultaneamente terno e irônico sobre a juventude de sua própria geração, que, inspirada pelos ideais democráticos que chegavam da Europa, foi tolhida pelo conservadorismo da Rússia de Nicolau I.
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"Sem forma revolucionária não há arte revolucionária". A célebre frase do poeta russo Vladímir Maiakóvski (1893-1930) define muito bem um de seus textos teatrais mais conhecidos, Mistério-bufo (1921). A presente edição traz pela primeira vez ao público brasileiro a versão final da peça, reelaborada pelo autor após sua estreia em 1918. Traduzido diretamente do original por Arlete Cavaliere, professora da USP, o texto é uma fantasia alegórica da Revolução Russa e de seus primeiros desdobramentos, escrito no calor da hora, e sintetiza uma série das experimentações de vanguarda do poeta. |
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Reunindo treze narrativas míticas dos Marubo, povo que habita a região do Alto Rio Ituí, no Amazonas, próximo à fronteira com o Peru, Quando a Terra deixou de falar introduz o leitor brasileiro na rica poética desses índios e suas formas extremamente originais de pensamento. Registradas a partir dos cantos dos pajés Armando Mariano, Antonio Brasil, Paulino Joaquim, Lauro Brasil e Robson Dionísio Doles Marubo, as narrativas - aqui apresentadas em edição bilíngue, com comentários e notas - foram traduzidas com rigor e inventividade por Pedro Cesarino, constituindo "um trabalho de primeira grandeza", segundo Manuela Carneiro da Cunha, dentro de nossa antropologia e literatura. |
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A legitimação da sustentabilidade como um novo valor é um processo que está, em muitos aspectos, apenas engatinhando - no entanto, ele já possui uma história de mais de quatro décadas. Traçar um roteiro preciso dessa história, indicando seus avanços e recuos, bem como as armadilhas que têm impedido a construção de uma governança global do desenvolvimento sustentável, é uma das tarefas a que se propõe este livro.
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Em abril de 1945, após ser presa pelos nazistas e enviada como prisioneira para Auschwitz, Lili Jaffe foi salva pela Cruz Vermelha e levada à Suécia. Lá, ela anotou num diário os principais acontecimentos por que havia passado. Esse foi o ponto de partida para este livro absolutamente incomum, escrito e organizado por Noemi Jaffe. Em O que os cegos estão sonhando?, três gerações de mulheres da mesma família se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho "contra a brutalidade do real". |
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Terceiro romance de Isaias Pessotti - o aclamado autor de Aqueles cães malditos de Arquelau e O manuscrito de Mediavilla -, A lua da verdade narra a jornada do jovem escritor Eugênio, que embarca em um navio rumo a Europa, pesquisando material para um livro sobre a Inquisição portuguesa. Na viagem, conhece um interessante grupo de passageiros, que inclui um padre jesuíta e uma insinuante jornalista, e passa a investigar os relatos de um estranho processo do Santo Ofício, de 1620, onde a ré, Anna de Praga, acusada de defender a tese de que a Terra não é o centro do universo, desaparece misteriosamente do convento em que estava presa em Évora. |
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