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O engenhoso fidalgo D. Quixote de La Mancha
Primeiro livro

 

Miguel de Cervantes Saavedra

Tradução de Sérgio Molina
Ilustrações de Gustave Doré
Edição bilíngue

Apresentação de Maria Augusta da Costa Vieira


752 p. - 16 x 23 cm
ISBN 978-85-7326-261-2
2002 - 1ª edição; 7ª edição - 2016
46º Jabuti de Melhor tradução (menção honrosa)

Publicado em 1605, D. Quixote chega finalmente à nossa língua numa versão que faz jus à riqueza do original. Esta nova tradução, realizada por Sérgio Molina a partir das mais abalizadas edições críticas da obra, reproduz o ritmo, as modulações e os matizes cômicos característicos de Cervantes, recuperando para o leitor de hoje toda a graça e o encantamento deste que é considerado o primeiro romance moderno. A presente edição, a única bilíngue português-espanhol, conta ainda com as célebres ilustrações de Gustave Doré.

"Não existe nada mais profundo e poderoso do que este livro. Representa até hoje a mais grandiosa e acabada expressão da mente humana. Se o mundo acabasse e no Além nos perguntassem: 'Então, o que você aprendeu da vida?', poderíamos simplesmente mostrar o D. Quixote e dizer: 'Esta é a minha conclusão sobre a vida. E você? O que me diz?'." (Fiódor Dostoiévski)


Sobre o tradutor
Sérgio Molina nasceu em Buenos Aires em 1964 e mudou-se para o Brasil aos dez anos de idade. Estudou Ciências Sociais, Letras, Editoração e Jornalismo na USP. Começou a traduzir do espanhol em 1986 e verteu para o português mais de sessenta livros, de autores como Alejo Carpentier, Jorge Luis Borges, Ricardo Piglia, Roberto Arlt, Mario Vargas Llosa, Tomás Eloy Martínez, Ernesto Sabato, César Aira e Javier Cercas. Sua tradução para a primeira parte de D. Quixote foi premiada na 46º edição do Prêmio Jabuti (2004).


Sobre o ilustrador
Pintor, gravador, escultor e desenhista, Gustave Doré nasceu em Estrasburgo, na França, em 1833. Em 1847 muda-se com o pai para Paris, e nesse mesmo ano, ainda adolescente, publica seu primeiro álbum, Os trabalhos de Hércules, precursor das histórias em quadrinhos. Jovem prodígio, dedica-se então a ilustrar os clássicos da literatura, como Gargântua e Pantagruel de Rabelais (1854), A Divina Comédia de Dante (1857), A tempestade de Shakespeare (1860), Contos de Perrault (1862), D. Quixote de Cervantes (1863), Paraíso perdido de Milton (1866), O conto do velho marinheiro de Coleridge (1870) e Orlando furioso de Ariosto (1877), criando, com o auxílio de uma bem treinada equipe de gravadores, imagens que se tornaram emblemáticas dessas obras. Consagrado como um dos maiores ilustradores do século XIX, Gustave Doré morreu em Paris, em 1883.

Veja também
O engenhoso cavaleiro D. Quixote de La Mancha
Segundo livro
Cervantes
Lazarilho de Tormes
Organização de Mario M. González

 


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