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Literatura estrangeira
 

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Contos reunidos

 

Fiódor Dostoiévski

Organização de Fátima Bianchi

552 p. - 16 x 23 cm
ISBN 978-85-7326-657-3
2017 - 1ª edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Esta coletânea reúne o conjunto de 28 contos de Fiódor Dostoiévski (1821-1881), do primeiro ao último ano de sua trajetória como escritor, todos eles em traduções diretas do russo. Projeto único em se tratando deste autor, e procurando ser fiel ao espírito de sua obra, foi utilizada aqui uma concepção ampla de "conto", que inclui também breves novelas, narrativas autônomas dentro de romances e peças jornalísticas com viés ficcional.
Do amplo grupo de textos, dos quais vários são absolutamente inéditos no Brasil, assoma uma visão renovada da obra do grande escritor russo - que colhia seu material em polêmicas literárias e políticas, em notícias do cotidiano e em suas próprias reflexões como "publicista" formador de opinião na sociedade russa, utilizando a narrativa curta como um verdadeiro laboratório de criação, inclusive para seus grandes romances, de Crime e castigo (1866) a Os irmãos Karamazov (1880).
Além dos contos mais conhecidos do início de carreira, como "O senhor Prokhártchin", "Romance em nove cartas" e "Uma árvore de Natal e um casamento", destaca-se na coletânea a primeira narrativa breve publicada pelo autor, "Como é perigoso entregar-se a sonhos de vaidade" (1846), o conjunto de textos de ficção publicados em Diário de um escritor (periódico editado pelo próprio Dostoiévski entre 1873 e 1881), além das duas versões de "A mulher de outro e o marido debaixo da cama" e "O ladrão honrado" (1848 e 1860).
O volume inclui ainda um belo texto de apresentação de Fátima Bianchi, da Universidade de São Paulo, que analisa a importância das narrativas curtas na obra de Dostoiévski, e uma cronologia detalhada da vida do escritor, mapeando a produção de cada um de seus contos, novelas e romances.

Clique aqui e veja o sumário do livro.


Sobre o autor
Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski nasceu em Moscou a 30 de outubro de 1821, e estreou na literatura com Gente pobre, em 1846. Após ser preso e condenado à morte pelo regime czarista em 1849, teve sua pena comutada para quatro anos de trabalhos forçados na Sibéria, experiência retratada em Recordações da casa dos mortos (1862). Após esse período, escreve uma sequência de grandes romances, como Crime e castigo e O idiota, culminando com a publicação de Os irmãos Karamazov em 1880. Reconhecido como um dos maiores autores de todos os tempos, Dostoiévski morreu em São Petersburgo, a 28 de janeiro de 1881.



Sobre os tradutores
Priscila Marques nasceu em São Paulo em 1982. É formada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Mestre e doutora em Literatura e Cultura Russa pela FFLCH-USP, é autora da dissertação de mestrado "Polifonia e emoções: um estudo sobre a subjetividade em Crime e castigo" e da tese de doutorado "O Vygótski incógnito: escritos sobre arte (1915-1926)". Traduziu os contos "Mujique Marei", de Fiódor Dostoiévski, e "De quanta terra precisa um homem?", de Lev Tolstói, para a antologia Clássicos do conto russo (Editora 34, 2015), e a novela Uma história desagradável, de Dostoiévski (Editora 34, 2016).


Boris Schnaiderman, considerado um dos maiores intelectuais e tradutores do russo em nosso país, nasceu em Úman, na Ucrânia, em 1917. Em 1925, aos oito anos de idade, veio com os pais para o Brasil, formando-se depois na Escola Nacional de Agronomia do Rio de Janeiro. Naturalizou-se brasileiro nos anos 1940, tendo se alistado para lutar na Segunda Guerra Mundial como sargento da FEB. Começou a fazer traduções de autores russos em 1944 e a colaborar na imprensa brasileira a partir de 1957, tendo publicado desde então diversos livros sobre cultura e literatura, além de versões para obras de Púchkin, Dostoiévski, Tolstói, Tchekhov, Górki, Maiakóvski e outros. Mesmo sem ter estudado formalmente Letras, foi escolhido para iniciar o curso de Língua e Literatura Russa da Universidade de São Paulo em 1960, instituição onde permaneceu até sua aposentadoria, em 1979, e pela qual recebeu o título de Professor Emérito em 2001. Ganhou em 2003 o Prêmio de Tradução da Academia Brasileira de Letras, e em 2007 foi agraciado pelo governo da Rússia com a Medalha Púchkin, em reconhecimento por sua contribuição na divulgação da cultura russa no exterior. Faleceu em São Paulo em 2016, aos 99 anos de idade.

Paulo Bezerra estudou língua e literatura russa na Universidade Lomonóssov, em Moscou, e foi professor de teoria da literatura na UERJ e de língua e literatura russa na USP. Livre-docente em Letras, leciona atualmente na Universidade Federal Fluminense. Já verteu diretamente do russo mais de quarenta obras nos campos da filosofia, psicologia, teoria literária e ficção, destacando-se suas premiadas traduções de Crime e castigo, O idiota, Os demônios e Os irmãos Karamazov, de Dostoiévski. Em 2012 recebeu do governo da Rússia a Medalha Púchkin, por sua contribuição na divulgação da cultura russa no exterior.



Veja também
Nova antologia do conto russo (1792-1998)
Organização de Bruno Barretto Gomide
Antologia do pensamento crítico russo (1802-1901)
Organização de Bruno Barretto Gomide
O adolescente

 


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