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Nova antologia do conto russo (1792-1998)
Tradução de Arlete Cavaliere, Boris Schnaiderman, Cecília Rosas, Denise Sales
Organização de Bruno Barretto Gomide
Coleção Leste
ISBN 978-85-7326-483-8
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Organizada por Bruno Barretto Gomide, professor da Universidade de São Paulo, esta antologia - a primeira no país inteiramente traduzida do russo e composta quase só de obras inéditas em português - apresenta ao leitor um rico panorama da literatura russa ao longo da história, iniciando-se em fins do século XVIII, com Nikolai Karamzin, e chegando até nossos dias, com Serguei Dovlátov, Liudmila Petruchévskaia, Tatiana Tolstaia e Vladímir Sorókin. Entre esses dois extremos, estão presentes todos os grandes nomes, como Púchkin, Gógol, Dostoiévski, Turguêniev, Tchekhov, Tolstói, Górki, Pasternak, Bábel e Nabókov, mas também vários outros menos conhecidos, porém igualmente importantes - Gárchin, Odóievski, Saltikov-Schedrin, Katáiev, Grin, Chalámov, Kharms, Platónov -, alguns deles nunca antes publicados no Brasil. (Veja aqui a lista completa dos contos reunidos.)
Para além dos grandiosos romances de Tolstói e Dostoiévski que, com seus debates de questões morais e existenciais, consagraram a literatura do país em todo o mundo, esta antologia vem mostrar que, na arte do conto, tanto em número como em qualidade - e abarcando uma diversidade de tons e temas -, os russos são igualmente magistrais.
Traduções de Arlete Cavaliere, Aurora Fornoni Bernardini, Boris Schnaiderman, Cecília Rosas, Daniela Mountian, Denise Sales, Fátima Bianchi, Graziela Schneider, Lucas Simone, Mário Ramos, Moissei Mountian, Natalia Marcelli de Carvalho, Nivaldo dos Santos, Noé Silva e Yulia Mikaelyan.
Sobre o organizador
Sobre os tradutores
Arlete Cavaliere é professora titular de Teatro, Arte e Cultura Russa no Departamento de Letras Orientais da FFLCH-USP. Com colegas da universidade organizou a revista Caderno de Literatura e Cultura Russa (2004 e 2008) e os livros Tipologia do simbolismo nas culturas russa e ocidental (Humanitas, 2005) e Teatro russo: literatura e espetáculo (Humanitas, 2011). É autora de O inspetor geral de Gógol/Meyerhold: um espetáculo síntese (Perspectiva, 1996) e Teatro russo: percurso para um estudo da paródia e do grotesco (Humanitas, 2009). Publicou diversas traduções de autores russos, como Gógol, Tchekhov, Maiakóvski e Vladímir Sorókin, além de escrever, para a Editora 34, o texto de apresentação dos Clássicos do conto russo (2015) e organizar a Antologia do humor russo (2018).
Boris Schnaiderman, considerado um dos maiores intelectuais e tradutores do russo em nosso país, nasceu em Úman, na Ucrânia, em 1917. Em 1925, aos oito anos de idade, veio com os pais para o Brasil, formando-se depois na Escola Nacional de Agronomia do Rio de Janeiro. Naturalizou-se brasileiro nos anos 1940, tendo se alistado para lutar na Segunda Guerra Mundial como sargento da FEB. Começou a fazer traduções de autores russos em 1944 e a colaborar na imprensa brasileira a partir de 1957, tendo publicado desde então diversos livros sobre cultura e literatura, além de versões para obras de Púchkin, Dostoiévski, Tolstói, Tchekhov, Górki, Maiakóvski e outros. Mesmo sem ter estudado formalmente Letras, foi escolhido para iniciar o curso de Língua e Literatura Russa da Universidade de São Paulo em 1960, instituição onde permaneceu até sua aposentadoria, em 1979, e pela qual recebeu o título de Professor Emérito em 2001. Ganhou em 2003 o Prêmio de Tradução da Academia Brasileira de Letras, e em 2007 foi agraciado pelo governo da Rússia com a Medalha Púchkin, em reconhecimento por sua contribuição na divulgação da cultura russa no exterior. Faleceu em São Paulo em 2016, aos 99 anos de idade.
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