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Azul e dura
Coleção Nova Prosa
ISBN 978-85-7326-441-8
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Drama íntimo por excelência, Azul e dura é também a luta de uma mulher angustiada para romper com sua classe social, seus valores perversos e a hipocrisia que os sustenta. Com isso, temas mais amplos, como o patriarcalismo, são colocados lado a lado a outros, como as traições do marido e o quase alcoolismo da narradora. Milton Ohata, que assina o texto de orelha desta segunda edição, observa ainda que "Azul e dura parece pressupor 1964 como o ponto de inflexão histórica do Brasil contemporâneo. Muito da deriva de suas personagens terá a ver com esse fato. Embora limpa de autocomiseração, Mariana não chega a articular uma acusação do ambiente em que foi criada. A fragilidade da personagem é acolhida pela consciência da fragilidade do ato de narrar. Dessas duas fragilidades resulta a força discreta da prosa de Beatriz Bracher".
aolp
Ouça aqui a entrevista da autora concedida em 14/02/2011 ao programa Universo Literário, da rádio da UFMG.
Sobre a autora
Beatriz Bracher nasceu em São Paulo, em 1961. Formada em Letras, foi uma das editoras da revista de literatura e filosofia 34 Letras, e uma das fundadoras da Editora 34, onde trabalhou de 1992 a 2000. Com seu pai e Marta Garcia, fundou em 2019 a Chão editora, da qual é conselheira editorial. Publicou em 2002, pela editora 7Letras, o romance Azul e dura (reeditado pela Editora 34 em 2010), seguido de Não falei (2004), Antonio (2007), Anatomia do Paraíso (2015), e dos livros de contos Meu amor (2009) e Garimpo (2013), todos pela Editora 34. Escreveu com Sérgio Bianchi o argumento do filme Cronicamente inviável (2000) e o roteiro do longa-metragem Os inquilinos (2009), prêmio de melhor roteiro no Festival do Rio 2009. Com Karim Aïnouz escreveu o roteiro de seu filme O abismo prateado (2011). Meu amor recebeu o Prêmio Clarice Lispector, da Fundação Biblioteca Nacional, como melhor livro de contos de 2009. Garimpo venceu o Prêmio APCA na categoria Contos/Crônicas em 2013 e recebeu menção honrosa no Prêmio Casa de las Américas, de Cuba, em 2015. O romance Anatomia do Paraíso (2015) venceu o Prêmio Rio de Literatura e o Prêmio São Paulo de Literatura em 2016. Antonio foi publicado em espanhol (Caceres, Editorial Periférica), alemão (Berlim, Assoziation A), inglês (Nova York, New Directions) e italiano (Milão, Utopia). Não falei foi publicado em inglês (New Directions) e alemão (Assoziation A).
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