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Crítica, teoria literária e linguística
 

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Antonio Candido 100 anos

 


496 p. - 16 x 23 cm
ISBN 978-85-7326-717-4
2018 - 1ª edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Este livro é uma homenagem a um dos maiores intelectuais brasileiros. Crítico literário, sociólogo e militante socialista, Antonio Candido de Mello e Souza (1918-2017) atravessou o século XX e adentrou pelo XXI inspirando sucessivas gerações. Em seus livros, aulas, conferências e atividades políticas, ele revelou o Brasil aos brasileiros, sem ufanismos nem complexos de inferioridade. Formação da literatura brasileira (1959) e Os parceiros do Rio Bonito (1964), seu estudo sobre o modo de vida caipira, se tornaram clássicos de nascença. "Dialética da malandragem" (1970), ensaio sobre Memórias de um sargento de milícias, é considerado um marco na análise das relações entre forma literária e processo social. Com a mesma inteligência - não só excepcional, mas incansável - ele escreveu mais de vinte livros, sempre reeditados.
Aqui, trinta e sete intelectuais de várias gerações e nacionalidades percorrem toda a extensão da obra de Antonio Candido e revelam sua coerência interna para além do que outros volumes congêneres deixavam entrever. Completam o livro reproduções de dedicatórias assinadas por Manuel Bandeira, Graciliano Ramos, Mário e Oswald de Andrade, além de um inédito do homenageado, "Como e porque sou crítico".

Textos de Francisco Alvim, Adelia Bezerra de Meneses, Alfredo Bosi, Beatriz Sarlo, Davi Arrigucci Jr., Flávio Aguiar, Roberto Schwarz, Walnice Nogueira Galvão, Sárka Grauová, José Miguel Wisnik, Ana Paula Pacheco, Michael Löwy, Roberto Vecchi, Vilma Arêas, Grínor Rojo, Mario René Rodríguez Torres, Pablo Rocca, Rita Chaves, Alexandre Pilati, Candace Slater, Howard Becker, Irenísia Torres de Oliveira, Ismail Xavier, Luiz Carlos Jackson, Maria Augusta Fonseca, Antonio Arnoni Prado, Celso Lafer, Edu Teruki Otsuka, Danielle Corpas, Ettore Finazzi-Agrò, Iná Camargo Costa, Iumna Maria Simon, Luiz Felipe de Alencastro, Paulo Eduardo Arantes, Raúl Antelo, Salete de Almeida Cara e Silvia L. López.


Sobre os organizadores
Maria Augusta Fonseca é professora sênior do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da FFLCH-USP. Autora de Palhaço da burguesia (1979), Oswald de Andrade: biografia (1990) e Por que ler Mário de Andrade (2013).

Roberto Schwarz nasceu em 1938, em Viena, na Áustria, e veio para o Brasil aos quatro meses de idade. Em 1960 formou-se em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, tornando-se mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de Yale, nos EUA, em 1963, e doutor em Estudos Latino-Americanos (Estudos Brasileiros) pela Universidade de Paris III, em 1976. Foi professor de Teoria Literária e Literatura Comparada na USP entre 1963 e 1968, e professor de Teoria Literária na Universidade Estadual de Campinas entre 1978 e 1992. Publicou, entre outros, A sereia e o desconfiado (1965), Ao vencedor as batatas (1977), O pai de família e outros estudos (1978), Que horas são? (1987), Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis (1990), Duas meninas (1997), Sequências brasileiras (1999) e Martinha versus Lucrécia (2012).


Veja também
Entre a literatura e a história
Exercícios de leitura
Um mestre na periferia do capitalismo
Machado de Assis

 


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