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Coleção: Trans  
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As margens da ficção

Jacques Rancière

Tradução de Fernando Scheibe
 
Se, na idade moderna, a sociologia, a ciência política e outras formas de conhecimento tomaram para si a razão ficcional aristotélica, produzindo narrativas com começo, meio e fim, invertendo ao final as expectativas, a ficção moderna trilhou o caminho contrário e instaurou no centro da literatura aquilo que sempre esteve nas suas beiradas — os acontecimentos triviais, os seres humanos comuns e o momento qualquer que pode condensar uma vida inteira. Nos doze ensaios de As margens da ficção, Jacques Rancière, um dos principais nomes da filosofia francesa contemporânea, acompanha esse processo revolucionário inicialmente nas obras de Stendhal, Balzac, Flaubert, Proust e Rilke, passa pelas técnicas narrativas em O capital de Karl Marx, até chegar nos romances de Conrad, Sebald, Faulkner e Virginia Woolf, fechando com uma inspirada análise das Primeiras estórias de Guimarães Rosa.
R$ 51,00
 
Imagens apesar de tudo

Georges Didi-Huberman

 
Em agosto de 1944, membros do Sonderkommando de Auschwitz conseguiram fotografar de forma clandestina parte do processo de gaseamento a que eram submetidos os judeus, operação que levou à morte milhões de pessoas. Trazidas à luz numa grande exposição sobre a memória dos campos em 2001, essas quatro imagens tornaram-se o centro de uma polêmica que opôs, de um lado, aqueles que eram contra qualquer tipo de representação do Holocausto e, de outro, os que defendiam a importância vital de todo registro, entre eles, o autor deste livro. Em Imagens apesar de tudo, Didi-Huberman faz uma defesa apaixonada da imagem como forma de resistência, quando se furta à ordem dominante e, longe de se assumir como imagem absoluta, capaz de dizer toda a verdade, se apresenta fulgurante e lacunar, abrindo brechas em meio à obscuridade e ao horror.
R$ 61,00

 
A individuação à luz das noções de forma e de informação

Gilbert Simondon

 
Primeiro livro do filósofo francês Gilbert Simondon (1924-1989) publicado no Brasil, este é um estudo de alcance incomum, no qual o autor desloca a atenção do indivíduo para a operação da individuação e, mobilizando conceitos de física, química, biologia, história das ciências, sociologia, psicologia e outros campos, propõe uma reviravolta em noções filosóficas fundamentais como ser, forma, matéria, substância, sistema, energia. Baseado na edição francesa de 2013, este volume reproduz na íntegra a tese de doutoramento defendida na Sorbonne em 1958, acrescida de quatro textos complementares. Traduzida com rigor por Luís Aragon e Guilherme Ivo, sob supervisão dos herdeiros do autor, esta obra faz jus à potência do pensamento de Simondon, cujo legado só hoje começa a ser apreendido e explorado em suas múltiplas dimensões.
R$ 92,00

     
Jamais fomos modernos
Ensaio de antropologia simétrica

Bruno Latour

Tradução de Carlos Irineu da Costa
Revisão técnica de Stelio Marras
 
Nova edição revista de um dos principais clássicos contemporâneos da filosofia, da antropologia e dos estudos da ciência. Jamais fomos modernos, lançado originalmente em 1991, é a principal obra de Bruno Latour, um dos mais prestigiados pensadores franceses e vencedor do Holberg Prize em 2013, considerado o Nobel das ciências humanas. Neste livro-manifesto, Latour procura reconfigurar a tradicional separação "moderna" entre natureza e cultura, de modo a compreender os sujeitos híbridos cada vez mais presentes em nossa sociedade, como os desastres ecológicos, os organismos geneticamente modificados e os robôs dotados de inteligência artificial.
R$ 52,00
 
A anomalia selvagem
Poder e potência em Espinosa

Antonio Negri

Tradução de Raquel Ramalhete
Prefácios de Gilles Deleuze, Pierre Macherey e Alexandre Matheron
Posfácios de Antonio Negri e Marilena Chaui
 
Antonio Negri, autor de Império e um dos pensadores mais influentes da atualidade, redigiu A anomalia selvagem entre 1979 e 1980, durante seu cárcere italiano. Publicado pela primeira vez no Brasil em 1993, o volume é agora relançado em edição revista por Homero Santiago e Mario Marino, incluindo ainda um breve ensaio sobre a obra redigido por Marilena Chaui. Neste importante livro, Negri articula a filosofia de Baruch Espinosa (1632-1677) à história econômica, social, política e intelectual do século XVII, encontrando na "metafísica materialista" espinosana os elementos para pensar "uma fenomenologia da prática revolucionária" constitutiva do futuro.
R$ 74,00

 
Cinema 2 - A imagem-tempo

Gilles Deleuze

Tradução de Eloisa Araújo Ribeiro
 
A imagem-tempo, publicado na França em 1985, completa o projeto iniciado por Gilles Deleuze em A imagem-movimento: o de fazer da arte cinematográfica uma nova forma de pensamento. Se no primeiro volume o autor analisa o cinema clássico, neste ele aborda a ruptura estética que surge com a Segunda Guerra Mundial, o neorrealismo italiano e a obra de Roberto Rosselini. O filósofo estuda como as imagens cinematográficas passam a ser encadeadas por cortes irracionais, o tempo deixa de decorrer do movimento e surgem os signos óticos e sonoros puros desprendidos das situações sensório-motoras. Com novas ferramentas conceituais, como o "cristal de tempo", Deleuze ilumina de modo original a obra de mestres como Ozu, Buñuel, Orson Welles, Antonioni, Godard e Tarkóvski, movimentos como a nouvelle vague, e a produção de cineastas atentos aos dramas do Terceiro Mundo, como Pasolini e Glauber Rocha.
R$ 76,00

     
Cinema 1 - A imagem-movimento

Gilles Deleuze

Tradução de Stella Senra
 
Publicado na França em 1983, A imagem-movimento constitui - junto com A imagem-tempo, volume que o seguiu dois anos depois - o mais impressionante esforço filosófico para fazer do cinema uma forma de pensamento. Nele, Gilles Deleuze parte das tentativas pioneiras de Bergson, contemporâneas ao nascimento da sétima arte, para definir o conceito de "imagem-movimento", de modo a superar a dicotomia entre o movimento como realidade exterior e a imagem como realidade psíquica da consciência. Combinando as intuições bergsonianas ao sistema de signos não-verbais de Pierce, Deleuze organiza um amplo panorama em que se articulam as obras de gigantes como Chaplin, Eisenstein, Ford, Bergman e Hitchcock, e precursores como Griffith e Viértov.
R$ 68,00
 
O desentendimento

Jacques Rancière

Tradução de Ângela Leite Lopes
 
Publicado em 1995, O desentendimento é uma das obras mais importantes de Jacques Rancière, Professor Emérito da Universidade de Paris VIII. Neste livro, ele parte das definições do político em Aristóteles, passa pelo estudo das revoltas dos escravos na Antiguidade e desemboca no presente, formulando um dos diagnósticos mais lúcidos e abrangentes sobre a crise das democracias contemporâneas. Obra fundamental deste que é reconhecido com um dos grandes pensadores da atualidade, O desentendimento chega aos leitores brasileiros em nova edição inteiramente revista e anotada.
R$ 49,00

 
Espinosa e o problema da expressão

Gilles Deleuze

Tradução de GT Deleuze - 12
Coordenação de Luiz B. L. Orlandi
 
"A força de uma filosofia", diz o autor a certa altura deste livro, "se mede pelos conceitos que ela cria, ou cujo sentido ela renova, e que impõem um novo recorte às coisas e às ações." Em Espinosa e o problema da expressão, Gilles Deleuze (1925-1975) mapeia, no pensamento do holandês Benedicto de Espinosa (1632-1677), as relações entre teoria da substância, teoria da ideia e teoria das paixões e das ações, pondo em destaque, particularmente, as conexões entre substância e a composição dos modos finitos de existência. O resultado é um livro raro, no qual (como deixa entrever o posfácio de François Zourabichvili) Deleuze ilumina Espinosa e Espinosa ilumina Deleuze.
R$ 76,00

     
Políticas da escrita

Jacques Rancière

 
"Antes de ser o exercício de uma competência, o ato de escrever é uma maneira de ocupar o sensível e de dar sentido a essa ocupação." Partindo dessa afirmação, o filósofo Jacques Rancière investiga em nove ensaios o que está em jogo na escrita de poetas, romancistas, filósofos e historiadores. Com lucidez incomum, Políticas da escrita renova nossa percepção de autores fundamentais como Rimbaud, Wordsworth, Byron, Mandelstam, Cervantes, Balzac, mas também de historiadores como Jules Michelet, Fernand Braudel e outros.
R$ 65,00
 
Dois regimes de loucos
Textos e entrevistas (1975-1995)

Gilles Deleuze

Tradução de Guilherme Ivo
Edição preparada por David Lapoujade
Revisão técnica de Luiz B. L. Orlandi
 
Este volume reúne mais de sessenta ensaios, artigos, cartas, manifestos, depoimentos e entrevistas de Gilles Deleuze (1925-1995), cobrindo os últimos vinte anos de carreira deste que é um dos mais originais filósofos do século XX. Além de iluminar o contexto da escrita e recepção de livros-chave como Mil platôs, Cinema 1 e 2, A dobra e O que é a filosofia?, estes textos abordam temas diversos como Proust, Foucault, a questão palestina, Francis Bacon, as drogas, Maio de 68, sua parceria com Guattari, a guerra, o cinema, a psicanálise, dos quais o autor de O anti-Édipo sempre consegue extrair problemas e conceitos inteiramente novos.
R$ 82,00

 
Deleuze: uma filosofia do acontecimento

François Zourabichvili

Tradução de Luiz B. L. Orlandi
 
Obra de introdução ao pensamento de um dos maiores filósofos contemporâneos, Deleuze: uma filosofia do acontecimento, do ensaísta e professor François Zourabichvili (1965-2006), apresenta-se como um itinerário de leitura e um mapeamento dos principais conceitos formulados por Gilles Deleuze (1925-1995), tendo como elemento central a noção de acontecimento. Voltado tanto para o público iniciante como para os estudiosos do filósofo, este é um livro precioso, traduzido de forma exemplar por Luiz B. L. Orlandi.
R$ 49,00

     
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