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Notícias |
Animais, de Arnaldo Antunes e Zaba Moreau, recebeu o selo de Altamente Recomendável da FNLIJ. |
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Meio intelectual, meio de esquerda, de Antonio Prata, é vencedor do primeiro lugar na categoria Contos e Crônicas da primeira edição do Prêmio Brasília de Literatura. |
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Antonio Prata e Laerte autografam Felizes quase sempre, dia 17 de março |
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Crossroads está entre os melhores lançamentos do mês na seleção da Bravo!. |
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Biblioteca Nacional premia A Espanha de João Cabral e Murilo Mendes, de Ricardo Souza Carvalho |
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[dia 08.12] Debate com Lúcio Kowarick, Eduardo Marques, Fernando Carrión (FLACSO Equador) e Nabil Bonduki marca lançamento de São Paulo:novos percursos e atores |
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Hoje à noite Paulo Bezerra fala sobre a tradução de O duplo, de Fiódor Dostoiévski, na Livraria da Vila Pátio Higienópolis |
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Nuno Ramos relança Cujo no sarau 34 Leituras Íntimas # 8 |
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Jeanne Marie Gagnebin recebe os professores Detlev Schöttker (Univ. de Dresden) e Josef Früchtl (Univ. de Amsterdam) para debate sobre os escritos de juventude de Walter Benjamin, hoje, no Goethe-Institut São Paulo |
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Carlos Guilherme Mota recebe o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras. |
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Venha desenhar com Andrés Sandoval e tornar seus desenhos invisíveis, dia 02 de julho, no lançamento de O invisível, de Alcides Villaça |
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| Reedições |
| >Gilles Deleuze, Mil platôs - vol. 3 |
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| >Sonia Robatto, Pé de guerra |
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| >Gilles Deleuze, Mil platôs - vol. 4 |
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| >Gilles Deleuze, Mil platôs - vol. 5 |
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| >José Ramos Tinhorão, Música popular: um tema em debate |
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| >Félix Guattari, Caosmose |
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| >Antonio Risério, utopia brasileira e os movimentos negros, A |
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| >Fiódor Dostoiévski, irmãos Karamázov, Os (2 vols.) |
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| >Vladímir Maiakóvski, percevejo, O |
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| >Alberto Martins, noite em cinco atos, Uma |
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| >Antônio Prata, Meio intelectual, meio de esquerda |
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| >valter hugo mãe, remorso de baltazar serapião, o |
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| >Homero, Odisseia |
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| >Marconi Leal, estrangeiros, Os |
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Nova antologia do conto russo: quarenta autores, quarenta contos, duzentos anos da melhor prosa russa reunida em um único volume, somente em traduções diretas, apresentando, ao lado dos grandes nomes, diversos escritores inéditos no Brasil.
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Romance de estreia do aclamado autor valter hugo mãe - e primeiro livro da série
composta por o remorso de baltazar serapião (2006), o apocalipse dos trabalhadores
(2008) e a máquina de fazer espanhóis (2010) -, o nosso reino conta, em uma escrita arrebatadora, a história de um menino de oito anos e sua vida em uma pequena aldeia
portuguesa nos anos 1970, nos estertores do regime salazarista. Narrado em primeira
pessoa pelo pequeno Benjamim, o texto descreve a sua busca para distinguir o bem e o
mal em meio à repressão da igreja e aos trágicos acontecimentos que ocorrem a seu redor,
quando ele é tido ora como santo, ora como demônio. |
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Quarenta autores, quarenta contos, duzentos anos da melhor prosa russa reunida em um único volume. Organizada por Bruno Barretto Gomide, professor da Universidade de São Paulo, esta antologia - a primeira no país inteiramente traduzida do russo e composta quase só de obras inéditas em português - apresenta ao leitor um amplo panorama desta literatura, do final do século XVIII até os contemporâneos. Ao lado dos grandes nomes, como Púchkin, Gógol, Dostoiévski, Tchekhov, Tolstói, Pasternak, Bábel e Nabókov, o volume apresenta outros autores menos conhecidos, porém igualmente importantes - como Odóievski, Grin, Chalámov, Kharms, Platónov, Sorókin -, alguns deles nunca antes publicados no Brasil.aolp |
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Publicado em 1900, este livro é a autobiografia do nosso maior abolicionista, Joaquim Nabuco (1849-1910), e é ainda hoje um dos documentos mais belos e instigantes sobre a formação de um intelectual e homem público brasileiro. O presente volume segue a edição princeps anotada pelo autor e inclui, em apêndice, dois textos raros: a versão original em francês do célebre capítulo "Massangana" e um resumo autobiográfico de 1906 escrito nos Estados Unidos, inédito em português. O volume traz ainda uma alentada apresentação de Alfredo Bosi, que aponta na prosa memorialística de Nabuco os momentos-chave da sua tomada de consciência contra a escravidão.aolp |
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Novo livro de Antonio Risério, em que, segundo o historiador Carlos Guilherme Mota, afirma-se um novo intérprete do Brasil. Com a mão livre de ensaísta-poeta e o pensamento vivo de intelectual atuante, Risério analisa aqui, em perspectiva histórica e antropológica, a hipótese das "cidades" indígenas pré-cabralinas na Amazônia, a implantação do modelo urbanístico ibérico na América, a influência africana e das migrações modernas na configuração urbana, o sonho de Brasília em sua relação com a tradição e com as vanguardas artísticas, a situação atual de nossas cidades e seus possíveis horizontes no século XXI.
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Antonio Prata e Laerte mostram o que acontece no mundo dos contos de fadas com quem é "feliz para sempre". Provam, com muita graça, que até no mundo encantado uma infelicidadezinha de vez em quando não faz mal a ninguém. |
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A emocionante aventura de três irmãos índios no Brasil colonial. Depois de presenciarem a destruição de sua aldeia pelos homens brancos, Anhana, Nauru e Saru são obrigados a fugir, iniciando uma difícil jornada por um mundo cujos valores lhes são estranhos. Desterrados em sua própria terra, eles terão de aprender a lidar com esse novo universo para reencontrar a família perdida. |
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Novo romance de Furio Lonza, Crossroads joga brilhantemente com as pautas do jornalismo gonzo e da moderna autoficção. Com pinceladas autobiográficas, a narrativa acompanha de modo ágil e bem-humorado quarenta anos da vida de um escritor e seus desencontros afetivos e profissionais, da áurea década de 60 até o pós-tudo dos anos 2000. Como o mestre do blues Robert Johnson, nosso protagonista teria vendido a alma ao diabo em alguma encruzilhada do passado, mas agora, decididamente, não se lembra o que recebeu em troca nessa transação.aolp |
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Um tradutor do russo que aposta em corridas de cavalos e traduz um romance sobre jogos de cartas. Uma malograda paixão de adolescência que volta a se insinuar no presente e ameaça transformar-se em objeto de obsessão. Ligando os dois planos narrativos - o da vida do tradutor-narrador e o do romance que ele traduz -, o gesto da aposta, o elemento do acaso, o espaço ingovernável entre o desejo e sua realização.
Sob a superfície aparentemente simples dos eventos narrados, jaz uma trama de referências que faz de Triz, primeiro romance de Pedro Süssekind, uma leitura ao mesmo tempo leve e instigante, na qual os jogos de azar constituem também uma alegoria da própria ficção.aolp
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Felipe Faria nasceu em 1964, na cidade de Santos. Realizou sua graduação em biologia, em 2003, na Universidade Federal de Santa Catarina, instituição na qual também obteve os títulos de mestre na área de biologia vegetal, em 2005, e doutor em ciências humanas, em 2010. É membro do grupo de pesquisa "Paleoinvertebrados e Icnofósseis do Brasil", sediado na UFRJ, onde desenvolve pesquisas sobre a história da paleontologia brasileira e as coleções geopaleontológicas do Museu Nacional. |
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Este volume apresenta quinze ensaios que, na esteira de livros clássicos como São Paulo, 1975: crescimento e pobreza (1976) e Quando novos personagens entraram em cena (1988), procuram atualizar as visões sobre a cidade, aqui em uma colaboração multidisciplinar que inclui as áreas de sociologia, história, antropologia, demografia, política, cinema e música.aolp |
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