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Notícias |
Nasce na Editora 34 uma coleção que é fruto da amizade e das conversas entre o designer Raul Loureiro e o editor e tradutor Samuel Titan Jr. |
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José Eli da Veiga, autor de A desgovernança mundial da sustentabilidade recebe Marina Silva, Rubens Ricupero e Celso Lafer para debate em São Paulo |
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Pedro de Niemeyer Cesarino autografa Quando a Terra deixou de falar, dia 7 de maio, no Sabiá |
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Noemi Jaffe autografa O que os cegos estão sonhando?, dia 21/3, no Rio de Janeiro |
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O Livro do Travesseiro, a principal obra da literatura clássica japonesa, será lançado dia 23/3, em São Paulo |
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Ciclo de palestras investiga o romance de formação |
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Gabi Mariano e Flávio Castellan autografam Melhor amigo, dia 2/3 |
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A Editora 34 lança A perspectiva inversa, de Pável Floriênski, no Museu Lasar Segall |
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Dominique Dreyfus autografa Vida do viajante: a saga de Luiz Gonzaga dia 15/12. |
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Dia 11 de dezembro, Paulo Bezerra e Darel Valença Lins autografam Dois sonhos e A aldeia de Stepántchikovo e seus habitantes, de Dostoiévski |
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Noemi Jaffe autografa O que os cegos estão sonhando?, dia 13/11. |
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| Indicações de leitura |
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“O Inferno de Strindberg não é um livro, não é vivido pelo leitor como um livro, mas sim como uma experiência.”
Pier Paolo Pasolini
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| Reedições |
| Fiódor Dostoiévski, Memórias do subsolo |
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| Fiódor Dostoiévski, Niétotchka Niezvânova |
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| Fiódor Dostoiévski, Duas narrativas fantásticas |
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| Evaldo Cabral de Mello, fronda dos mazombos, A |
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| Johann Wolfgang von Goethe, Fausto I |
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| Fiódor Dostoiévski, Noites brancas |
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| Frances Hodgson Burnett, jardim secreto, O |
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| Karel Capek, Histórias apócrifas |
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| Erich Auerbach, Ensaios de literatura ocidental |
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| José Ramos Tinhorão, sons dos negros no Brasil, Os |
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| Michèle Petit, jovens e a leitura, Os |
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| Fiódor Dostoiévski, Gente pobre |
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| Jacques Rancière, inconsciente estético, O |
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| Molière, doente imaginário, O |
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| Nikolai Gógol, capote e outras histórias, O |
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| Miguel de Cervantes Saavedra, Dom Quixote II (edição de bolso) |
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| Walter Benjamin, Escritos sobre mito e linguagem |
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| Fiódor Dostoiévski, duplo, O |
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A Editora 34 lança o primeiro título da Coleção Fábula, dirigida por Raul Loureiro e Samuel Titan Jr.: O sermão sobre a queda de Roma, de Jérôme Ferrari, romance vencedor do Prêmio Goncourt 2012. A coleção trará, em edições especiais, prosa, poesia e pensamento. |
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Vencedor do Prêmio Goncourt 2012, este romance de Jérôme Ferrari - um dos principais nomes da literatura francesa contemporânea - traz a história de dois amigos que renunciam aos estudos de filosofia em Paris para assumir a gerência de um bar na Córsega. Mas, sobre este próspero paraíso etílico, em pleno verão da ilha, acabam se abatendo tanto as pequenas misérias da vida local como os fantasmas das grandes catástrofes da humanidade. Projeto gráfico de Raul Loureiro
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Obra-prima da ficção de Voltaire, Cândido ou o otimismo foi publicado em 1759 e se converteu no ato em um best seller europeu. Com pluma ligeira e afiada, o grande filósofo do Iluminismo recolhe a história recente de sua época, como o terremoto de Lisboa em 1755 e a Guerra dos Sete Anos (1756-63), e narra as aventuras de um jovem que percorre três continentes numa sucessão vertiginosa de desgraças, fugas e suplícios, sempre acreditando, apesar das evidências, que este é "o melhor dos mundos possíveis". Esta nova tradução, que capta todo o brilho do original, vem acompanhada dos belos desenhos de Paul Klee e de um inspirado posfácio de Italo Calvino. Ensaio de Italo Calvino Projeto gráfico de Raul Loureiro |
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Escrito no século X em Quioto por Sei Shônagon, dama da corte da Imperatriz Teishi, O Livro do Travesseiro é a principal obra da literatura clássica japonesa. Composto por mais de trezentos textos curtos - que podem ser lidos em sequência ou com a liberdade do acaso -, o livro compõe um verdadeiro inventário da cultura do Japão feudal, vista pelo olhar poético de uma grande escritora. A presente tradução foi realizada durante mais de dez anos por uma equipe de professoras do Centro de Estudos Japoneses da USP.
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Dois meses após retornar de um exílio de quase dez anos na Sibéria, Fiódor Dostoiévski publicou, em 1859, A aldeia de Stepántchikovo e seus habitantes, um de seus mais singulares romances. Nele, o autor expõe uma faceta pouco conhecida sua: a do humorista. Por meio de situações cômicas e absurdas, Dostoiévski deu vida a um dos personagens mais famosos da literatura russa: Fomá Fomitch Opískin, o bufão alçado à condição de tirano que se tornaria símbolo de hipocrisia e parasitismo. Posfácio e notas de Lucas Simone
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Dois sonhos de Dostoiévski reunidos em um único volume. Em O sonho do titio (1859), a trama se passa na cidadezinha imaginária de Mordássov, onde a chegada de um velho príncipe acaba provocando o desmascaramento da hipócrita sociedade local. Já Sonhos de Petersburgo em verso e prosa (1861) combina os registros da prosa e da poesia para construir uma visão ao mesmo tempo crítica, cômica e fantástica da cidade de São Petersburgo.
Posfácio e notas de Paulo Bezerra
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Mais do que uma resposta de Dostoiévski aos críticos de seu romance Os demônios (1871), o conto Bobók, publicado no Diário de um escritor em 1873, é considerado por Mikhail Bakhtin "um microcosmo de toda a sua obra", pois concentra, no tempo brevíssimo de um "diálogo de mortos" num cemitério, os procedimentos fundamentais de sua literatura. Além da análise de Bakhtin, o volume inclui posfácio do tradutor Paulo Bezerra e oito desenhos de Oswaldo Goeldi. Posfácio e notas de Paulo Bezerra; texto de Mikhail Bakhtin
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Reunindo treze narrativas míticas dos Marubo, povo que habita a região do Alto Rio Ituí, no Amazonas, próximo à fronteira com o Peru, Quando a Terra deixou de falar introduz o leitor brasileiro na rica poética desses índios e suas formas extremamente originais de pensamento. Registradas a partir dos cantos dos pajés Armando Mariano, Antonio Brasil, Paulino Joaquim, Lauro Brasil e Robson Dionísio Doles Marubo, as narrativas - aqui apresentadas em edição bilíngue, com comentários e notas - foram traduzidas com rigor e inventividade por Pedro Cesarino, constituindo "um trabalho de primeira grandeza", segundo Manuela Carneiro da Cunha, dentro de nossa antropologia e literatura.
Edição bilíngue |
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A legitimação da sustentabilidade como um novo valor é um processo que está, em muitos aspectos, apenas engatinhando - no entanto, ele já possui uma história de mais de quatro décadas. Traçar um roteiro preciso dessa história, indicando seus avanços e recuos, bem como as armadilhas que têm impedido a construção de uma governança global do desenvolvimento sustentável, é uma das tarefas a que se propõe este livro.
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Em abril de 1945, após ser presa pelos nazistas e enviada como prisioneira para Auschwitz, Lili Jaffe foi salva pela Cruz Vermelha e levada à Suécia. Lá, ela anotou num diário os principais acontecimentos por que havia passado. Esse foi o ponto de partida para este livro absolutamente incomum, escrito e organizado por Noemi Jaffe. Em O que os cegos estão sonhando?, três gerações de mulheres da mesma família se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho "contra a brutalidade do real". Projeto apoiado pelo Programa Petrobras Cultural
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Publicado em 1856, Rúdin, romance de estreia de Turgêniev, foi prontamente aclamado pela crítica. O autor retrata aqui o "homem supérfluo", motivo central da literatura russa de então, lançando um olhar simultaneamente terno e irônico sobre a juventude de sua própria geração, que, inspirada pelos ideais democráticos que chegavam da Europa, foi tolhida pelo conservadorismo da Rússia de Nicolau I.
Posfácio e notas de Fátima Bianchi
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