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Trens rigorosamente vigiados
Bohumil Hrabal
Posfácio de Šárka Grauová
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Publicado em 1965, Trens rigorosamente vigiados é o livro mais conhecido de Bohumil Hrabal, um dos maiores escritores tchecos do século XX, em boa parte devido ao filme homônimo de 1966, que recebeu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Nesta novela, que combina o registro coloquial e a irreverência com momentos de intenso lirismo, acompanhamos as angústias do jovem narrador Miloš Hrma em sua conturbada passagem para a vida adulta. O pano de fundo é o cotidiano de uma pequena estação ferroviária na Tchecoslováquia, onde seus pitorescos funcionários se veem em meio ao movimento de resistência ao nazismo e à brutalidade dos eventos finais da Segunda Guerra Mundial. Este é o primeiro livro de Hrabal publicado no Brasil em tradução direta, a cargo de Luís Carlos Cabral. A edição traz ainda um ensaio biográfico de Šárka Grauová, pesquisadora da Universidade Palacký, da República Tcheca, escrito especialmente para esta edição. |
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O desaparecido ou Amerika
Franz Kafka
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| O primeiro romance de Kafka conta a história de Karl Rossmann, um jovem alemão que, forçado pelos pais a emigrar para os Estados Unidos, se vê num labirinto de situações onde suas expectativas com o "novo mundo" se chocam com a dureza da "terra do trabalho e da liberdade". Esta nova tradução incorpora, a partir da edição crítica alemã, fragmentos que nunca constaram das edições anteriores da obra. |
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Romeu e Julieta na aldeia
Gottfried Keller
Texto em apêndice de Robert Walser
Obra publicada com o apoio da Fundação Suíça para a Cultura Pro Helvetia
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| Inspirado em um fato verídico, ocorrido no interior da Alemanha em 1847, o grande escritor suíço Gottfried Keller (1819-1890) criou seu Romeu e Julieta na aldeia. A narrativa foi publicada pela primeira vez em 1856, no volume A gente de Seldvila, tido por Nietzsche como um "tesouro da prosa alemã". Ao atualizar a tragédia de Shakespeare e enraizá-la numa aldeia suíça, Keller concebeu uma novela de ressonância universal, considerada por Lukács e Benjamin, entre outros, como um dos exemplos mais perfeitos de seu gênero.
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