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Alberto Martins
72 p. - 12 x 21 cm
ISBN 85-7326-328-8
2005
Duas novelas independentes, mas que podem ser lidas como uma só. No conjunto, elas formam uma inquietante crônica familiar, ao mesmo tempo pessoal e coletiva, escrita numa prosa de altíssima tensão. Tal como Cais, livro anterior de Martins, este volume conta com xilogravuras do autor.
"O relato autobiográfico curto, tendência da melhor prosa brasileira, conhece aqui sua expressão mais cortante e radical." (Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo)
Sobre o autor
Nasceu em Santos, em 1958. Formado em letras na Universidade de São Paulo, em 1981 iniciou sua prática de gravura na ECA-USP. Em 1985, obteve uma bolsa de artes para o Pratt Graphics Center, de Nova York, passando então a se dedicar à xilogravura e, mais tarde, à escultura. De 1990 a 1998 foi um dos orientadores do ateliê de gravura do museu Lasar Segall. Como escritor publicou, entre outros, Poemas (1990); Goeldi: história de horizonte (1995), que recebeu o prêmio Jabuti; A floresta e o estrangeiro (2000); Cais (2002); A história dos ossos (2005), distinguido com o Prêmio Telecom de Literatura; A história de Biruta (2008).
Veja também
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