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Teatro do Oprimido
e outras poéticas políticas

 

Augusto Boal

Posfácio de Julián Boal

232 p. - 16 x 23 cm
ISBN 978-85-7326-730-3
2019 - 1ª edição
Edição conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Augusto Boal (1931-2009) foi um dos maiores teatrólogos contemporâneos. O título de "Embaixador do Teatro Mundial", conferido a ele pela Unesco em 2009, consagrou uma trajetória brilhante. Sua atuação no Teatro de Arena, desde a segunda metade da década de 1950, revolucionou os palcos brasileiros, inovando na encenação e trazendo temas que até hoje nos tocam.
Depois do golpe de 1964, esse empenho custou a Boal sua própria liberdade. Preso e torturado, seguiu para o exílio e continuou a trabalhar, difundindo seus métodos em todo o mundo. Reunindo textos escritos desde 1962, Teatro do Oprimido foi finalizado em Buenos Aires e publicado em 1974. Nele, o autor analisa momentos-chave da poética teatral do Ocidente, de Aristóteles a Brecht, passando por Maquiavel, além de explicar os fundamentos teóricos e técnicos desenvolvidos na experiência de teatro popular no Peru, em 1973, e também ao longo da trajetória do Arena, chegando à criação do Sistema Coringa.
Livro mais conhecido de Augusto Boal, traduzido para mais de quinze línguas, Teatro do Oprimido traz propostas que vão muito além do ofício do ator, falando às pessoas comuns, ganhando ruas e praças, escolas, parlamentos, clínicas e penitenciárias, na tentativa de nos libertar das opressões impostas e das que criamos dentro de nós mesmos.


Sobre o autor
Augusto Boal nasceu em 1931, no Rio de Janeiro. Formou-se em engenharia química pela UFRJ, e em 1952 viaja para os Estados Unidos para estudar na Escola de Arte Dramática da Universidade Columbia, onde frequenta os cursos de John Gassner. De volta ao Brasil, em 1956, passa a integrar o Teatro de Arena, formado por Boal, José Renato, Giafrancesco Guarnieri, Oduvaldo Vianna Filho e outros, grupo que promove uma verdadeira revolução estética nos palcos brasileiros, com peças como Eles não usam black-tie (1958) e Arena conta Zumbi (1965). Na esteira do golpe militar de 1964, Boal é preso e torturado em 1971. Exila-se na Argentina com Cecilia Thumim, onde organiza Teatro do Oprimido, seu livro mais conhecido, lançado em 1974. Muda-se para Portugal em 1976, e dois anos depois se estabelece na França, onde passa a atuar e criar vários núcleos baseados em sua obra. Publica a primeira edição de Jogos para atores e não atores em Paris, ainda em 1978. Com o fim da ditadura, retorna ao Brasil em 1986, estabelecendo-se no Rio de Janeiro. Em 1992, é eleito vereador pelo Partido dos Trabalhadores e desenvolve mais uma de suas técnicas, o Teatro Legislativo. Lança em 2000 um livro de memórias, Hamlet e o filho do padeiro, e em 2009 a Unesco lhe confere o título de "Embaixador do Teatro Mundial". Falece em 2 de maio de 2009, no Rio de Janeiro.


Veja também
Trabalho de Brecht
Breve introdução ao estudo de uma classicidade contemporânea
Primeiro ato: cadernos, depoimentos, entrevistas (1958-1974)
Cadernos, depoimentos, entrevistas (1958-1974)
Antonio Candido 100 anos
Organização de Maria Augusta Fonseca, Roberto Schwarz

 


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