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As mil taturanas douradas
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Furio Lonza
104 p. - 13.5 x 18 cm
ISBN 85-85490-47-0
1994
Selo Altamente Recomendável da FNLIJ
Eric é um garoto de 16 anos que, ao enfrentar as questões básicas de sua geração — aturar um pai fanático por guitarristas pré-históricos, ter de saber onde fica a Bósnia, viver na era da Aids, arrumar uma namorada —, acaba por descobrir na literatura sua verdadeira vocação.
"As mil taturanas douradas é um dos melhores livros do gênero que já li." (Marcos Rey)
Sobre o autor
Furio Lonza nasceu em Trieste, Itália, em 1953. Com cinco anos, mudou-se com a família para o Brasil, morando primeiro em São Paulo e, desde meados dos anos 90, no Rio de Janeiro. Estudou jornalismo e fez sua estreia na literatura em 1977, com os Contos de esquina. Seguiram-se treze outros livros, incluindo O que Molly Bloom esqueceu de contar (1987), As mil taturanas douradas (1994), O que é isso, maconheiro? (1998), Eric com o pé na estrada (2002), História impossível (2007) e Sturm und Drang (2010). Como jornalista, colaborou em diversas publicações e foi editor da lendária revista Chiclete com Banana, ao lado de Angeli e Toninho Mendes. Mais recentemente, escreveu uma série de peças de teatro, entre elas Patagônia, O Traficante e Jantando com Isabel.
Sobre o ilustrador
Angeli (Arnaldo Angeli Filho) nasceu em 31 de agosto de 1956, na cidade de São Paulo, e já aos 14 anos publicou seu primeiro desenho na extinta revista Senhor. Premiado pelo HQMix por seis anos consecutivos como o melhor chargista do Brasil, Angeli é responsável pelo cartum editorial da Folha de S. Paulo, onde também publica a tira diária Chiclete com Banana, no caderno "Ilustrada". É também criador de Chiclete com Banana, revista que teve Glauco Mattoso, Luis Gê, Roberto Piva, Laerte, Glauco, Claudio Willer e Guto Lacaz entre seus principais colaboradores, tornando-se um marco na história do cartum brasileiro, não só pelos altos índices de vendagem, mas sobretudo pela proposta de humor de costumes anárquicos e urbanos.
Veja também
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